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Nota e IntervençãoNota de PesquisaEscrituralismo

Sobre a origem do termo “Scripturalism” em John W. Robbins

Antes de 1993: uma ocorrência anterior de “Scripturalism” em John W. Robbins e a formalização posterior do termo

Orlando III

· A constituição do Escrituralismo, história do pensamento e seu desenvolvimento

Resumo

A história terminológica do Escrituralismo costuma concentrar-se em 1993, quando John W. Robbins, em “An Introduction to Gordon H. Clark”, declara que dará um nome à filosofia de Gordon H. Clark e escolhe *Scripturalism*. W. Gary Crampton consolidou essa leitura ao afirmar posteriormente que Robbins “coined the term Scripturalism”, remetendo ao artigo de 1993. O acervo de *The Trinity Review*, contudo, preserva uma ocorrência anterior e conceitualmente definida: em “The Shroud of Turin”, publicado em março e abril de 1989, Robbins já contrapõe o empirismo ao “Scripturalism, which is the Christian view” e chama de *Scripturalist* aquele que assume como axioma a verdade do que a Bíblia diz. A evidência exige distinguir a primeira ocorrência impressa localizada neste levantamento da formalização programática do nome. O artigo de 1993 permanece fundamental porque associa deliberadamente o rótulo ao sistema filosófico de Clark, justifica a denominação e organiza sob ela uma filosofia de alcance geral; o texto de 1989, por sua vez, demonstra que Robbins já empregava o termo quatro anos antes. A retomada em 2000 confirma a estabilização posterior da nomenclatura e seu alargamento como designação de uma cosmovisão cristã sistemática.

Palavras-chave: John W. Robbins, Gordon H. Clark, Escrituralismo, Scripturalism, história intelectual, epistemologia cristã

O problema bibliográfico

Em julho e agosto de 1993, The Trinity Review publicou “An Introduction to Gordon H. Clark”, texto derivado de uma conferência cuja versão mais curta havia sido apresentada no Biblical Theological Seminary em 27 de abril daquele ano. Nesse artigo, Robbins enfrenta diretamente uma dificuldade de nomenclatura: Clark havia chamado sua filosofia, em ocasiões diferentes, de presuppositionalism, dogmatism, Christian rationalism e Christian intellectualism, expressões que Robbins considera inadequadas para indicar o traço específico do sistema. Depois de explicar as limitações de cada uma, ele introduz a denominação que se tornaria corrente entre seus continuadores: “I shall give it a name that discloses what it stands for: Scripturalism.”1John W. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” The Trinity Review (July-August 1993), 2-3. Uma versão mais curta da conferência foi apresentada no Biblical Theological Seminary, Hatfield, Pennsylvania, em 27 de abril de 1993.

Com essa frase, Robbins realiza algo mais forte do que empregar um vocábulo disponível. Ele justifica o nome pela submissão integral da filosofia à Escritura e abre, em seguida, a seção “The Philosophy of Scripturalism”. Sob o novo rótulo, passa a apresentar um sistema no qual a revelação proposicional corresponde à epistemologia e a fé somente à soteriologia; o teísmo ocupa a metafísica, a lei divina rege a ética e a república constitucional aparece na política.2Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3. A denominação adquire função arquitetônica, pois se torna a chave pela qual Robbins organiza a totalidade da filosofia clarkiana.

Foi esse caráter programático que chegou à historiografia interna da tradição. Em 2011, Crampton publicou “Scripturalism: A Christian Worldview” e registrou em nota que “John W. Robbins coined the term Scripturalism”, remetendo precisamente ao artigo de julho e agosto de 1993.3W. Gary Crampton, “Scripturalism: A Christian Worldview,” The Trinity Review, no. 299 (March-May 2011), 1n2. Lida sem outra documentação, a afirmação parece resolver também a questão cronológica, pois sugere uma cunhagem ocorrida naquele momento. O arquivo da própria Trinity Foundation, entretanto, conserva uma ocorrência anterior; por isso, a frase de Crampton exige qualificação quando se pretende usá-la para datar a primeira aparição impressa do termo.

Quatro anos antes da conferência de 1993, Robbins já escrevia Scripturalism e Scripturalist em um contexto no qual ambos possuíam conteúdo filosófico reconhecível.

1989: uma ocorrência anterior e conceitualmente definida

Publicado em março e abril de 1989, “The Shroud of Turin” discute o Sudário de Turim a partir de uma questão epistemológica mais ampla. O texto foi apresentado editorialmente como introdução a Three Types of Religious Philosophy, de Gordon H. Clark.4John W. Robbins, “The Shroud of Turin,” The Trinity Review (March-April 1989), 1. A apresentação editorial identifica o ensaio como introdução a Three Types of Religious Philosophy, de Gordon H. Clark. Robbins examina as alegações de que o objeto forneceria prova empírica da crucificação ou da ressurreição de Cristo e desloca a controvérsia para o problema anterior da fonte do conhecimento; o Sudário interessa porque permite comparar o que alguém aceita com base na sensação com aquilo que pode afirmar a partir da revelação.

Nesse ponto surge a ocorrência decisiva. Robbins escreve que o caso ilustra matérias em disputa entre o empirismo, descrito como filosofia religiosa dominante do século XX, e “Scripturalism, which is the Christian view”. Logo depois aparece a definição do adepto dessa posição: “A Scripturalist” é aquele que assume, na condição de axioma ou primeiro princípio, que aquilo que a Bíblia diz é verdadeiro.5Robbins, “The Shroud of Turin,” 3-4. O nome do sistema e o substantivo que designa seu adepto aparecem, assim, no mesmo argumento; ambos são ligados a um primeiro princípio e colocados em oposição a uma epistemologia rival.

Dificilmente se pode reduzir esse uso a uma casualidade lexical. Robbins atribui ao termo um lugar dentro de uma disjunção filosófica e fornece a regra que identifica quem pertence à posição descrita. Mesmo uma investigação restrita à história da palavra encontra, portanto, algo mais significativo do que uma menção solta. O núcleo que dominará a exposição posterior já está reconhecível: a Escritura ocupa a posição axiomática; a autoridade cognitiva dos sentidos é recusada; o conhecimento cristão parte da revelação divina.

Convém delimitar rigorosamente o alcance dessa descoberta. O levantamento presente não estabelece a primeira utilização absoluta de Scripturalism em correspondência, aulas, gravações, manuscritos ou impressos ainda não localizados. Também não resolve a precedência material entre o número de março e abril de The Trinity Review e a edição de 1989 de Three Types of Religious Philosophy à qual o ensaio foi associado. O dado demonstrado é mais modesto e, justamente por isso, mais seguro: dentro do corpus consultado, existe uma ocorrência impressa documentável em 1989; ela é anterior ao artigo de 1993 normalmente citado como a cunhagem do termo.

Mesmo essa formulação cautelosa altera a cronologia recebida. Se Robbins já opunha Scripturalism ao empirismo e definia o Scripturalist por seu axioma em 1989, a data de 1993 deixa de funcionar como primeira aparição impressa localizada do vocábulo em seus textos. O artigo posterior exige outra descrição histórica, capaz de preservar sua importância programática e, ao mesmo tempo, registrar a evidência anterior.

1993: a formalização do nome

Vista a partir de 1989, a famosa declaração de 1993 ganha um sentido mais preciso. Robbins diz que dará um nome à filosofia de Clark embora já tivesse empregado esse mesmo nome alguns anos antes. A tensão desaparece quando se distinguem duas operações históricas: registrar o primeiro uso documentado de uma palavra e estabelecer deliberadamente essa palavra como denominação de um sistema.

Em “The Shroud of Turin”, o termo trabalha dentro de uma controvérsia epistemológica concreta; em “An Introduction to Gordon H. Clark”, o objeto imediato é a identidade da filosofia clarkiana como conjunto. Robbins recorda os rótulos que Clark havia usado e os rejeita por razões determinadas. Em seguida escolhe Scripturalism para indicar aquilo que, segundo ele, torna a filosofia de Clark singular: sua devoção sem concessões à Escritura somente.6Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 2-3. O contexto de 1993 contém, assim, um verdadeiro ato de nomeação, porque o autor vincula conscientemente o rótulo a um corpus filosófico e explica por que ele deve substituir as designações anteriores.

Logo depois, a seção “The Philosophy of Scripturalism” transforma a escolha terminológica em programa de exposição. Robbins situa a revelação proposicional no fundamento epistemológico e relaciona a soteriologia à fé somente; na sequência, identifica a metafísica com o teísmo e subordina a ética à lei divina. A república constitucional completa o quadro como teoria política, enquanto a unidade entre esses campos depende da pretensão de derivar suas proposições de um mesmo primeiro princípio.7Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3. Scripturalism passa, com isso, a nomear uma filosofia sistemática cuja extensão supera a discussão sobre empirismo em que o termo aparecia quatro anos antes.

Também importa a maneira pela qual Robbins relaciona o novo nome ao Cristianismo. Segundo ele, Clark entendia sua filosofia como o próprio Cristianismo corretamente compreendido. A multiplicidade de sistemas que reivindicam o nome cristão, porém, tornava útil uma denominação distintiva; Robbins chega a desejar que Scripturalism se torne desnecessário quando essa filosofia puder novamente prevalecer sob o nome que considera mais apropriado, Christianity.8Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3. O rótulo serve, nesse quadro, para identificar dentro da disputa pelo significado do Cristianismo uma aplicação coerente da Escritura a todos os campos do pensamento.

Por isso, 1993 continua merecendo lugar fundador na história da tradição, desde que se diga exatamente o que foi fundado naquele documento. O artigo fornece a nomeação programática, a justificativa do rótulo e a organização explícita do sistema sob ele; a evidência disponível não permite, contudo, convertê-lo na primeira ocorrência impressa localizada de uma palavra que Robbins já havia usado em 1989.

2000: estabilização e ampliação do sistema

Sete anos depois da formalização, “The Promise of Christian Economics” mostra que Scripturalism já havia se tornado uma categoria estável no vocabulário de Robbins. A conferência foi apresentada em outubro de 1999 e publicada em agosto e setembro de 2000; nela, Robbins introduz sua síntese com a expressão “a philosophy that I call Scripturalism”, sem repetir a longa justificativa terminológica de 1993.9John W. Robbins, “The Promise of Christian Economics,” The Trinity Review (August-September 2000), 2. O texto publicado informa que a conferência foi apresentada em outubro de 1999. Ele fala agora a partir de um nome estabelecido e o usa para ordenar uma investigação destinada a integrar a economia à filosofia cristã.

A síntese de 2000 recebe ainda uma teoria econômica, descrita como a lógica da escolha humana, e esse acréscimo alarga o esquema apresentado sete anos antes. Ao mesmo tempo, a formulação do fundamento se torna mais enfática: o Escrituralismo sustenta que Deus revela conhecimento e verdade na Bíblia somente. Robbins acrescenta que a revelação proposicional constitui o ponto de partida do Cristianismo, seu único axioma e sua única fonte de verdade.10Robbins, “The Promise of Christian Economics,” 2-3. Dentro dessa arquitetura, a economia deve obter suas proposições verdadeiras pela mesma estrutura epistemológica que governa os demais campos.

Esse desenvolvimento confirma o alcance pretendido em 1993. Uma filosofia definida como aplicação consistente das ideias escriturísticas a todos os campos do pensamento contém espaço para desenvolver disciplinas que Clark ou Robbins haviam tratado apenas parcialmente. Ao acrescentar a economia, Robbins age de acordo com a definição sistemática já associada ao nome; a sequência documental passa, assim, por um uso epistemológico em 1989, uma formalização denominativa em 1993 e uma expansão explícita em 2000.

Crampton e o significado de “coined”

Diante dessa sequência, a afirmação de Crampton deve ser qualificada sem ser descartada. Sua nota aponta para o documento correto caso a pergunta seja qual texto estabeleceu Scripturalism como nome programático da filosofia de Clark. O artigo de 1993 contém a declaração de nomeação, a defesa do termo e a primeira exposição sistemática aqui examinada sob esse título; nesse sentido, Crampton identifica com precisão o texto que consolidou a nomenclatura.11Crampton, “Scripturalism: A Christian Worldview,” 1n2.

Tomado em sentido cronológico estrito, porém, o verbo to coin normalmente sugere que ali se encontra a criação ou a primeira ocorrência do termo. O uso de 1989 impede que essa inferência seja feita a partir da nota de Crampton; para conservá-la, é necessário entender a cunhagem como estabelecimento consciente de uma designação técnica para o sistema de Clark, não como prova de que Robbins jamais havia escrito a palavra antes.

Seria igualmente indevido deslocar a data da suposta cunhagem para 1989. “The Shroud of Turin” comprova uma utilização anterior e conceitualmente definida, porém não informa onde Robbins ouviu ou formulou a palavra pela primeira vez. Também não exclui materiais anteriores ainda não encontrados; a documentação autoriza corrigir uma afirmação sobre a ocorrência impressa mais antiga localizada, sem sustentar uma narrativa de origem que a própria fonte não fornece. A diferença entre aquilo que o documento demonstra e aquilo que apenas poderia ter acontecido é pequena na aparência, mas decisiva para uma nota de história intelectual.

História da palavra e história da doutrina

Há ainda outra distinção necessária para que a cronologia do nome não seja confundida com a genealogia das ideias. Clark desenvolveu as posições que Robbins reuniria sob Scripturalism empregando outras designações, e o próprio texto de 1993 reconhece essa variedade; assim, nenhum levantamento lexical do termo pode servir sozinho para datar o nascimento das teses epistemológicas, metafísicas ou éticas que compõem o sistema.

O movimento inverso aparece em What Is Christian Philosophy?, publicação da Trinity Foundation com copyright de 1994. Ali Robbins apresenta os sessenta e seis livros da Bíblia como sistema completo de pensamento e afirma que a revelação divina é o axioma do Cristianismo; também inclui as consequências lógicas da Escritura no campo do conhecimento. Depois desenvolve implicações dessa posição para a doutrina da salvação e para os campos científico, ético e político.12John W. Robbins, What Is Christian Philosophy? (Unicoi, TN: The Trinity Foundation, 1994), 1-7. O conteúdo coincide amplamente com aquilo que “An Introduction to Gordon H. Clark” havia organizado sob o título de Escrituralismo, embora a presença doutrinária dessas teses não dependa da repetição constante do rótulo.

Metodologicamente, as duas pesquisas devem permanecer separadas. A história lexical pergunta quando uma palavra aparece, em que contexto aparece e que sentido recebe naquele uso. A história doutrinária acompanha proposições e argumentos, juntamente com suas distinções e relações sistemáticas, mesmo quando os autores mudam a terminologia. Misturar essas tarefas favorece dois erros: a primeira ocorrência de uma palavra pode ser tratada como nascimento de uma filosofia, enquanto a ausência ocasional do nome pode esconder uma continuidade conceitual evidente.

No caso de Robbins, a documentação consultada permite uma reconstrução mais restrita e mais sólida. Em 1989, Scripturalism e Scripturalist já aparecem em oposição ao empirismo e ligados ao axioma bíblico; em 1993, Robbins escolhe explicitamente Scripturalism para nomear a filosofia de Clark e apresenta sua estrutura; em 2000, o nome reaparece como categoria estabelecida, agora estendida à economia. A formulação posterior de Crampton comprime esses momentos quando atribui a cunhagem ao texto de 1993, enquanto as fontes recomendam distingui-los.

Conclusão

Permanece correta a centralidade de “An Introduction to Gordon H. Clark” para a história do Escrituralismo. Ali Robbins realiza o gesto pelo qual Scripturalism se torna denominação formal da filosofia de Clark, explica o que o nome pretende revelar e organiza sob ele uma cosmovisão sistemática; por isso, o artigo de 1993 deve continuar sendo tratado como documento programático fundamental da tradição.

Entretanto, “The Shroud of Turin” impede que essa centralidade seja transformada em prioridade lexical. A edição de março e abril de 1989 de The Trinity Review já registra Robbins contrapondo Scripturalism ao empirismo e definindo o Scripturalist pela aceitação axiomática da verdade bíblica. Até o momento, essa é a ocorrência impressa mais antiga localizada no levantamento realizado sobre o corpus consultado da Trinity Foundation.

Resulta daí uma correção pequena em extensão e importante em precisão. A história documentada do termo contém ao menos dois marcos distintos: 1989 fornece um uso anterior, dotado de conteúdo epistemológico, enquanto 1993 fornece a nomeação programática que vinculou definitivamente o vocábulo ao sistema de Gordon H. Clark. A tradição posterior teve boas razões para recordar o segundo momento; as fontes, quando lidas em sua ordem, exigem que o primeiro também seja registrado.

Notas

Bibliografia

Crampton, W. Gary. “Scripturalism: A Christian Worldview.” The Trinity Review, no. 299 (March-May 2011).

Robbins, John W. “An Introduction to Gordon H. Clark.” The Trinity Review (July-August 1993).

Robbins, John W. “The Promise of Christian Economics.” The Trinity Review (August-September 2000).

Robbins, John W. “The Shroud of Turin.” The Trinity Review (March-April 1989).

Robbins, John W. What Is Christian Philosophy? Unicoi, TN: The Trinity Foundation, 1994.

Notas

  1. John W. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” The Trinity Review (July-August 1993), 2-3. Uma versão mais curta da conferência foi apresentada no Biblical Theological Seminary, Hatfield, Pennsylvania, em 27 de abril de 1993.

  2. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3.

  3. W. Gary Crampton, “Scripturalism: A Christian Worldview,” The Trinity Review, no. 299 (March-May 2011), 1n2.

  4. John W. Robbins, “The Shroud of Turin,” The Trinity Review (March-April 1989), 1. A apresentação editorial identifica o ensaio como introdução a Three Types of Religious Philosophy, de Gordon H. Clark.

  5. Robbins, “The Shroud of Turin,” 3-4.

  6. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 2-3.

  7. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3.

  8. Robbins, “An Introduction to Gordon H. Clark,” 3.

  9. John W. Robbins, “The Promise of Christian Economics,” The Trinity Review (August-September 2000), 2. O texto publicado informa que a conferência foi apresentada em outubro de 1999.

  10. Robbins, “The Promise of Christian Economics,” 2-3.

  11. Crampton, “Scripturalism: A Christian Worldview,” 1n2.

  12. John W. Robbins, What Is Christian Philosophy? (Unicoi, TN: The Trinity Foundation, 1994), 1-7.

Notas editoriais

Citação sugerida O. III. “Antes de 1993: uma ocorrência anterior de ‘Scripturalism’ em John W. Robbins e a formalização posterior do termo.” *CEE Nota de Pesquisa* 001, versão 1.0, 24 de agosto de 2026.

Como citar

III, Orlando. Sobre a origem do termo “Scripturalism” em John W. Robbins: Antes de 1993: uma ocorrência anterior de “Scripturalism” em John W. Robbins e a formalização posterior do termo. Centro de Estudos Escrituralistas, 2026. Disponível em: https://orlandoterceiro.com/cee/pt/notas-e-intervencoes/sobre-a-origem-do-termo-scripturalism-em-john-w-robbins. Acesso em: 24 ago. 2026.